terça-feira, 24 de maio de 2011

Reforço Digital

A Secretaria Municipal do Rio de Janeiro, disponibiliza em seu site um reforço digital das disciplinas de português e de matemática direcionados aos alunos do ensino fundamental. O mais legal disso tudo é que o reforço está disponível a todos.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Atividade para trabalhar lateralidade

Vamos brincar de jogar no pátio?

Pequenos grupos.

Objetivo Geral

Desenvolver a lateralidade.
Identificar as relações espaciais.

Experiência Significativa

Reconhecendo o lado esquerdo e direito nos outros.
Seguindo direções (para a frente, para trás, para cima, para baixo).

Desenvolvimento

A professora desenhará quadros no chão com giz e colocará um objeto em vários quadros. Um aluno ficará dentro de um dos quadros a professora pedirá ao resto das crianças que estão observando que indiquem como ela deve se mover para chegar ao objeto que ela indicar. Exemplo: A professora pedirá que chegue até o quadro onde está a boneca e seus colegas lhe darão as "dicas": "dê 2 passos para a direita, 1 para a frente e 4 para a esquerda".

Recursos e Materiais

Giz.
Diversos objetos.



Atividades Escritas para trabalhar lateralidade. 







Lateralidade

            Durante o crescimento, naturalmente se define o domínio lateral da criança: será mais forte, mais ágil do lado direito ou esquerdo. A lateralidade corresponde a dados neurológicos, mas também é influenciada por certos hábitos sociais.
            Não devemos confundir lateralidade (domínio de um lado em relação ao outro, em termos de força e da precisão) e conhecimento “esquerda-direita” (domínio dos termos “esquerda” e “direita”).
            O conhecimento “esquerda-direita” decorre da noção de domínio lateral. È a generalização da percepção do eixo corporal, de tudo o que cerca a criança; esse conhecimento será mais facilmente apreendido quanto mais acentuado e homogêneo for à lateralidade da criança. Com efeito, se a criança. Com efeito, se a criança percebe que trabalha naturalmente "com aquela mão", guardará sem dificuldade que "aquela mão" é à esquerda ou à direita. Caso haja hesitação na escolha da mão, a noção de “esquerda-direita” não poderá firmar-se com segurança. Da mesma forma, em caso de lateralidade cruzada, a criança confundirá facilmente os termos “esquerda” e “direita”, por ser ora forte do lado direito (por exemplo, o pé), ora mais forte do lado esquerdo (a mão).
            O conhecimento estável de esquerda e de direita só é possível aos 5 ou 6 anos, e a reversibilidade (possibilidade de reconhecer a mão direita e a mão esquerda de uma pessoa à sua frente) não pode ser abordada antes dos 6 anos, 6 anos e meio. De fato, esse estudo precede os de simetria em orietação espacial.
            

domingo, 22 de maio de 2011

A Parábola do Lápis!!! Seja como o lápis...

O laboratório de computador: uma má idéia, atualmente santificada

Há 20.000 anos, quando nossos ancestrais habitavam as cavernas, as crianças – que não tinham idade para caçar – eram diariamente mandadas a uma sala da caverna, para diminuir a destruição e o incômodo que causavam. O mais distinguido ancião da tribo que tivesse passado da idade de caçar era encarregado delas, e o melhor que podia fazer era ensinar-lhes a tradição, a mitologia e a boa conduta na vida diária da tribo. Decorando, as crianças eram logo capazes de recontar, palavra por palavra, a história do Grande Orelha, o grande caçador de mamutes, de contar nos dedos dos pés e das mãos o número de folhas de figo necessárias para temperar uma sopa de leão para doze pessoas e de recitar os 17 versos do grande poema do Fogo que Podia.
Aprender não era fácil. Afinal, só havia uma quantidade determinada de coisas que poderiam ser memorizadas mecanicamente e só cálculos simples poderiam ser feitos nos dedos das mãos e dos pés. Ainda assim, esse aprendizado era realizado com prazer por todos.
Um dia, a palavra chegou com os pássaros migratórios de uma nova tecnologia, uma “tecnologia em muitos séculos de invenções”: O Lápis. Foi um burburinho é, sem hesitação, dos dois anciões foram mandados à Grande Caverna para aprender tudo sobre aquela maravilha. Quando voltaram, uma sala especial da caverna foi imediatamente aparelhada para se fazerem estudos sobre o lápis. Foi acarpetada com as maiores folhas de mamoeiro e mobiliada com almofadas especiais, feitas de pêlo de camelo. Nenhuma criança podia entrar na sala sem lavar as mãos!
Fascinado com a nova tecnologia, o ancião mais voltado para o futuro foi nomeado para começar o planejamento e o ensino dos Estudos sobre a Capacidade do lápis na sala recém aparelhada. Aliás, bastante cedo, surgiu um completo e o mais interessante currículo de Lapislogia. E como era interessante! O currículo trazia tópicos maravilhosos! Como apontar um lápis e como usar a outra ponta para apagar; como equilibrar o lápis na orelha e como segura-lo entre os dedos. A criança estudiosa, que tivesse sido bem sucedida nessas etapas mais difíceis, poderia começar a usar o LapisLogo (para desenhar flores), o LapisScribe (para rabiscar letras) e o LapisSupposer (para traçar a área de folhas de desenho incomum). As crianças mais bem sucedidas, a nata da nata, poderiam ainda entrar no LapisBase – para enumerar as invenções de armas da tribo, o campo de caça e a família das árvores.
Um desenvolvimento interessante deu-se bem diante dos olhos dos anciães. As crianças começaram a escrever.
Havia, é claro, alguma preocupação com relação à possibilidade de esse novo empreendimento interferir (ó Deus!) no que tinha sido desenvolvido no ensino de rotina da caverna regular. Lá os professores (naquele momento já havia dois) estavam verdadeiramente preocupados com o fato de que a introdução do lápis na sala privilegiada pudesse forçar algumas mudanças no aprendizado mecânico, tão bem estabelecido. Na verdade, havia uma mulher da tribo, conhecida pelo seu modo provocativo de encarar a vida (ela uma vez sugeriu que as crianças inventassem suas próprias histórias, mas é claro que em silêncio), que propôs usar o lápis em todas as atividades de aprendizado das crianças, talvez para escrever, possivelmente para fazer contas.
Mas não havia realmente espaço para esse tipo de preocupação. Por que, afinal, alguém com exceção da excêntrica mulher, chegaria a sugerir que aquele maravilhoso currículo de Lapislogia, supervisionado por renomados peritos, com suas possibilidades de desenho, escrita e cálculo, fosse tirado da sua sala especial para substituir o aprendizado automático? Por que um lápis deveria ser usado como instrumento nas rotinas diárias? (...)

Opinião:

Atualmente, a maioria dos nossos alunos já têm contato com o mundo digital, mas o essencial é inseri-los nesse mundo, de modo a proporcionar-lhes uma aprendizagem significativa, principalmente a partir da utilização de seus recursos como fonte de pesquisa, tendo sempre um objetivo definido, para que consigam se manter focados no seu objeto de pesquisa .
Acredito que desenvolver uma estratégia de trabalho que seja capaz de manter os estudantes “atentos em seu foco educacional”, seja realmente o grande desafio da escola, já que são múltiplas as possibilidades oferecidas na web e nem sempre eles estão preparados para utilizarem esse ambiente como uma ferramenta de pesquisa e de complemento educacional.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

As Dificuldades Ortográficas

As dificuldades ortográficas fazem parte do currículo básico do segundo ano, e seu trabalho se estende até o quinto ano e mais além, pois muitas vezes ainda no Ensino Médio o aluno não domina itens da Língua Portuguesa importante para a produção escrita e expressão de suas idéias.
No Ensino Fundamental esses conteúdos são trabalhados com atividades de ortografia que visam fixar no aluno esses conceitos importantes da escrita.
Porém, encontrar recursos visuais para auxiliar nesse trabalho é uma tarefa difícil, nem mesmo as coleções pedagógicas para estas séries têm a preocupação de produzir esse material para facilitar a rotina de trabalho dos professores.
Pesquisei e encontrei esse material, ele já está em documentos do Word prontos para impressão. É só baixar o link abaixo.